59º Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia

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Dados do Trabalho


TÍTULO

ASSOCIAÇÃO ENTRE GESTANTES ADMITIDAS COM RASTREIO POSITIVO PARA PRÉ ECLAMPSIA NO PRIMEIRO TRIMESTRE E DESFECHOS GESTACIONAIS NO HOSPITAL MATERDEI

OBJETIVO

Determinar a eficácia do rastreio ultrassonográfico associado a fatores demográficos e clínicos realizado no primeiro trimestre da gestação e dentre as pacientes com rastreio positivo , associado com a profilaxia, quais seriam os desfechos clínico/obstétricos mais frequentes , nas pacientes admitidas no Hospital Materdei em Belo Horizonte entre os anos de 2018 e 2019.

MÉTODOS

Foi realizado um estudo retrospectivo, cujas a fontes de dados utilizada foi [foram] o banco de dados do software Astraia e o prontuário eletrônico MV PEP de pacientes admitidas em nosso serviço entre os anos de 2018 e 2019.
Como critério de inclusão foram selecionadas as gestantes que realizaram o rastreio de risco para o desenvolvimento de pré-eclâmpsia ao final do primeiro trimestre gestacional (entre 11 e 13 semanas e 6 dias) e foram classificadas como alto risco para o desenvolvimento do quadro. Para a classificação de risco foi utilizado o Software ASTRAIA que associa dados do exame ultrassonográfico a informações pessoais da paciente.
Foi considerado como rastreio positivo, aquelas pacientes cujo risco de desenvolvimento de pré-eclâmpsia fosse considerado alto (maior que 1:100).
As pacientes foram distribuídas em dois grupos: rastreio positivo com uso de AAS e rastreio positivo sem uso de AAS.

RESULTADOS

Observamos que as seguintes características: necessidade de medicações anti-hipertensivas, ocorrência de descontroles pressóricos, e diagnóstico de hipertensão arterial crônica, apresentaram maior incidência dentre as participantes que utilizaram o AAS profilático durante a gestação. Já em relação a ocorrência de restrição de crescimento intrauterino e identificação de aumento da resistência das artérias uterinas no terceiro trimestre gestacional, identificou-se maior incidência dentre as pacientes que não fizeram do AAS profilático. Mas quando pormenorizada em cálculos estatísticos, não foi constatada diferença estatística quanto a ocorrência de nenhuma destas características entre os grupos de usuárias ou não de AAS profilático.

CONCLUSÕES

O benefício da aspirina foi considerado semelhante entre os subgrupos, de acordo com as diferentes características maternas, assim como observado em outros estudos realizados.

PALAVRA CHAVE

Pré eclampsia, eclâmpsia, Ácido acetilsalicílico.

Área

OBSTETRÍCIA - Gestação de Alto Risco

Autores

Marianne Alice Santos Alves, Leila Cristina Azevedo Lamana, Raquel Pinheiro Tavares, Carlos Henrique Mascarenhas Silva

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